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  • Foto do escritorFrancis Júnior Jornalista

Campanha contra o jornalismo profissional

No Brasil o processo de desinformação é mantido através das redes sociais.

Segundo a professora Rose Marie Santini, da UFRJ, as redes sociais têm sido usadas para ataques à imprensa profissional. E com um agravante: de acordo com o estudo intitulado "Desinformação e a campanha contra a imprensa", somente em uma rede social, 37% dos perfis que fazem frequentes ataques à imprensa são robotizados, isto é, fazem publicações de maneira automática.

Ação que cria a "falsa relevância" a determinados temas.

Esse foi assunto de debate travado nesta quarta-feira (15/03/2023), em Brasília, durante o seminário "Desafios e ações na era digital". A promoção foi da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e da Associação Internacional de Radiodifusão (AIR).

Os representantes das entidades defenderam que as plataformas das redes sociais devem ser responsabilizadas pela divulgação de conteúdo falso, as chamadas "fake news".

Regras para a internet

O consenso foi de que, as empresas de tecnologia e as plataformas digitais devem obedecer a regras no ambiente da comunicação, assim como as empresas de jornais, rádios e televisão.

O que não pode continuar é o estado de “desinformação” que em muito prejudica a população brasileira e o jornalismo profissional.

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