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  • Foto do escritorFrancis Júnior Jornalista

Lixo e esgoto na lagoa de Peti

Um dos maiores patrimônios ambientais do Médio Piracicaba, com reserva de Mata Atlântica e rico ecossistema continua sendo destruído.

Essa matéria é um alerta! A lagoa de Peti é local de moradia e turismo para pessoas de toda a região, mas continua recebendo esgoto e lixo.

Já se foram algumas décadas em que pesquisa confirmou a alta contaminação das águas da Lagoa de Peti, que faz a divisa entre os municípios de Santa Bárbara, Barão de Cocais e São Gonçalo do Rio Abaixo por metais pesados e coliformes fecais provenientes do esgoto doméstico e de mineradoras.

Apesar disso a movimentação de pessoas nas águas e nas margens é alta, principalmente nos fins de semana.

E agora mais um fator negativo para a bela imagem da lagoa que se formou a partir de uma represa implantada pela CEMIG: um grupo de voluntários realizou uma ação ambiental nas margens da lagoa e retirou de lá cerca de 1,5 tonelada de lixo.

O trabalho foi desenvolvido com o apoio de 12 barcos em menos de 4 horas. Foram 165 sacos de 50 litros cheios de materiais jogados nas águas da lagoa por moradores.

Futuro Parque Ecológico

A Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo já transformou em Lei o projeto que cria o Parque Ecológico Municipal de Peti, com área total estimada de 75 hectares que envolve a lagoa de Peti e floresta remanescente de Mata Atlântica.

A meta é investir R$7 milhões em programas de educação ambiental, de lazer ecológico e de recuperação de áreas degradadas, projetos de segurança contra incêndio e segurança dos visitantes, estrutura de vigilância 24 horas, sanitários públicos, trilhas para caminhadas ecológicas, pistas de corrida, dependências para administração e outros equipamentos sociais.

Agora é cobrar das prefeituras vizinhas a implantação das estações de tratamento de esgoto.

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