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Matrícula vira dor de cabeça

  • Foto do escritor: Francis Júnior Jornalista
    Francis Júnior Jornalista
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Em João Monlevade mães reclamam do sistema estadual!

O sistema de matrícula do Governo do Estado tem penalizado alguns estudantes!
O sistema de matrícula do Governo do Estado tem penalizado alguns estudantes!

O atual sistema online de matrícula nas escolas estaduais de Minas Gerais, o SUCEM (Sistema Único de Cadastro e Encaminhamento para Matrícula), a cada ano, se transforma em um “pesadelo” para alguns estudantes e seus pais.

Esse programa é gerenciado pela Secretaria Estadual de Educação (SEE/MG). Após o prazo de cadastramento, pela internet, é ele que define, por endereço, em qual escola o aluno terá que fazer a matrícula. Assim, em alguns casos, estudantes são encaminhados para escolas bem distantes de suas residências, o que deixa alguns pais revoltados, principalmente por não terem a quem recorrer.

A revolta das mães

Em João Monlevade duas mães protocolaram reclamação no Ministério Público por não terem conseguido matricular seus filhos na E.E.Antônio Papine, no bairro Novo Horizonte onde residem. Uma das crianças foi encaminhada pelo SUCEM para a E.E. Rumia Maluf, no bairro Satélite.

A reclamação

Uma das mães afirma que os pais de algumas crianças, que não residem naquela região, conseguiram fazer a matrícula mediante contrato de aluguel 'forjado'. Um ato que alguns estariam praticando devido à não exigência de autenticação deste documento de comprovação de endereço.

A mãe diz que essa reclamação, com solicitação de uma fiscalização, principalmente na comprovação de endereços, será levada também ao Conselho Tutelar e à Ouvidoria do Estado de Minas Gerais, visto que o problema ocorre nas demais escolas estaduais de João Monlevade.

A resposta da escola

Na E.E. Antônio Papine a informação é que não há mais vagas e quem faz o encaminhamento é o SUCEM. Quanto à efetivação da matrícula as funcionárias da escola exigem a documentação que está na Resolução do Governo do Estado. Em caso de residência alugada é solicitado o contrato de aluguel com uma conta de luz em nome do inquilino ou do locador. Se alguém forjou esse documento a responsabilidade não é da escola.

Vale então destacar que a falsificação de documento é crime e a reclamação das mães precisa ser apurada.

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